Amanda Henriques

AmandaHenriques

NOME: Amanda Henriques
IDADE: 26 anos
CIDADE E ESTADO EM QUE VIVE: Rio de Janeiro (RJ)
FORMAÇÃO: Jornalista, com MBA em Marketing. Trabalha com Marketing Digital.
ATUAÇÃO NA CERVEJA: Editora do blog Maria Cevada. Faz atualmente o curso de Sommelier do Instituto da Cerveja, na 1ª turma do Rio de Janeiro.
BLOG/SITE: http://www.mariacevada.com.br
TWITTER: http://twitter.com/mariacevada
FACEBOOK: http://facebook.com/mariacevada.com.br
INSTAGRAM: http://instagram.com/mariacevada

***

1) Melhor Ale produzida no Brasil
Bodebrown Cacau IPA.

1a) Melhor IPA produzida no Brasil
Bodebrown Cacau IPA.

1b) Melhor Weissbier produzida no Brasil
Therezópolis Elfenbein.

2) Melhor Lager produzida no Brasil
Bambergerator Doppelbock.

3) Melhor Ale estrangeira à venda no Brasil
De Molen Zwart & Wit (Black IPA).

4) Melhor Lager estrangeira à venda no Brasil
La Trappe Bockbier. (nota do blog: a La Trappe em questão é uma Ale. Após a publicação, a Amanda constatou o voto errado e informou que ele era na Ayinger Celebrator).

5) Qual estilo de cerveja você mais bebeu no ano?
India Pale Ale e Saison.

6) Qual cerveja tem a melhor relação custo x qualidade no mercado brasileiro?
Therezópolis Jade.

7) Melhor chope (nacional ou estrangeiro) à venda no Brasil
3cariocas.

8) Melhor bar/brewpub cervejeiro nacional
Empório Alto dos Pinheiros.

8a) Em que local você tomou o chope mais bem tirado em 2014?
Botto Bar. Em poucos lugares você pode contar com o cervejeiro do outro lado do balcão fazendo experiências com filtros de aromas cheios de lúpulos e frutas.

9) Melhor cerveja caseira
Black Anthrax (Imperial Stout), do Marlos Monçores.

10) Melhor cerveja que ainda não chegou ao Brasil
Sou apaixonada pelos rótulos da De Struise Brouwers e da Brouwerij ‘t IJ. Alguns da Struise já são encontrados, como a Pannepot, mas com exceção da parceria com a Urbana (Nieuw West), dificilmente as cervejas holandesas da Brouwerij ‘t IJ virão – questões logísticas.

11) Melhor blog ou site cervejeiro
Bebendo Bem.

12) Melhor design de rótulo de cerveja, nacional, importada ou caseira
Double Vienna da Morada pela inteligência do design e A Piscadinha da Urbana pela irreverência.

13) Qual sua combinação favorita de cerveja e comida?
IPAs com carnes vermelhas ou embutidos. Russian Imperial Stout com sobremesas de chocolate e frutas vermelhas.

14) Melhor evento cervejeiro nacional
Festival Brasileiro da Cerveja, em Blumenau (SC).

15) Qual foi a maior novidade cervejeira de 2014 (receita, cervejaria ou técnica)?
Os primeiros passos no desenvolvimento das Sour Ales brasileiras, como os rótulos Sour Me Not da Way, a Wheat Wine Sour da Morada Cia. Etílica e a experiência da Wäls utilizando leveduras selvagens para a produção da  Wild Ale EAP, uma versão da premiada da Dubbel .

16) Melhor fato cervejeiro
Eventos incríveis como o Festival Brasileiro da Cerveja em Blumenau e o Mondial de la Bière no Rio de Janeiro. Esse ano também foi marcado pela movimentação das grandes cervejarias como a Bohemia para apresentar produtos mais ricos aos seus consumidores.

17) Pior fato cervejeiro
Belgian Beer Weekend, evento que ocorreu no Rio de Janeiro e foi campeão de reclamações do público.

18) Previsão cervejeira para 2015
Mais Sour Ales e outros estilos que não são tão tradicionais no Brasil, como as Brut. Uma grande aposta é interação culinária das cervejas, levando especiarias e temperos em suas próprias receitas que completam a experiência do prato. Como exemplo do final de 2014 fica a linha de cervejas de pimenta da Júpiter – Chipotle e Habanero. Também veremos mais cervejas que levam ingredientes típicos brasileiros, principalmente frutas exóticas.

19) Para você, o que é cerveja artesanal?
É a melhor forma de conectar as pessoas. É beber cultura e paixão.

20) Quem foi a pessoa que mais trabalhou pela cerveja brasileira em 2014?
Acho que pela diversidade de coisas que movimentou no mundo da cerveja em 2014, vou dar meu voto ao Rafa Moschetta que lançou uma cervejaria com conceito incrível – a Weird Barrel – colocou a 2ª edição do IPA Day pra acontecer redondinha e deixou um legado bacana na Colorado.

21) Que experiência própria, profissional ou pessoal, você acha que poderia ser aplicada à cerveja artesanal?
Nosso mercado é pequeno e ainda falta informação. Cada profissional, cervejaria, estabelecimento e consumidor do mercado de cerveja artesanal precisa dedicar um pouco do seu tempo para levar a informação ao público que ainda não faz ideia do quanto cerveja pode ser uma bebida complexa. Parece óbvio, mas às vezes ficamos tão concentrados em nossos trabalhos habituais que acabamos falando apenas com a “nossa turma”, e isso não retroalimenta o mercado. Amem os leigos!

22) É possível se sustentar trabalhando apenas com cerveja no Brasil?
Ainda é um trabalho duro principalmente para quem não conta com a possibilidade de um alto investimento inicial. O mercado está crescendo, mas isso não significa que seja fácil. As pessoas ainda estão se adaptando às possibilidades sensoriais das cervejas artesanais e toda semana o Brasil ganha novas nanos e microcervejarias – o mercado é nichado, mas não significa que não haja grande concorrência, apesar de ser um meio levemente mais transparente se tivermos como referência as grandes cervejarias, por exemplo. Sobre a minha área, posso dizer que cerveja não é o meu sustento. Embora o trabalho da Maria Cevada seja feito com muita paixão, não é meu principal emprego.

 

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